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17/05/2013

Questão palestina, após silêncio eleitoral, perturba Israel

Opera Mundi
Analistas enxergam quatro grandes blocos que disputam o rumo a ser seguido sobre a agenda


Clique no banner para ler a série completa em português, inglês e espanhol


A última campanha eleitoral para o Knesset, o parlamento de Israel, realizada em janeiro, teve uma característica curiosa. O tema sobre qual todos falam e comentam há 65 anos quase não esteve em pauta. Nenhum dos principais partidos quis saber o que fazer e por onde seguir nas negociações de paz com os palestinos.

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Colonos se apresentam como nova vanguarda do sionismo

A explicação mais plausível pode ser encontrada nas pesquisas de opinião. Levantamento feito pelo instituto Gallup, em setembro de 2012, indicava que 70% dos judeus israelenses apoiavam, de maneira firme ou moderada, algum acordo com os palestinos. Mas 64% simplesmente desacreditavam dessa possibilidade. Entre os não-judeus, 89% deram seu apoio à paz e o pessimismo sobre seu sucesso ficou em apenas 39%.
Mikhail Frunze/Opera Mundi

Crianças palestinas escalam muro em Hebron, cidade na Cisjordânia com população árabe judia e sob ocupação de Israel

A compreensão dos chefes partidários talvez tenha sido que a clientela gostava da mercadoria quando a via na vitrine, mas já não acreditava que pudesse comprá-la. Para não correr riscos de colidir com esse sentimento dúbio, fez-se silêncio. Mas poucos duvidam que esse tema persiste como o principal divisor de águas no país.

Desde que lideranças de direita, como o próprio primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, passaram a falar de uma solução com dois Estados, vários analistas enxergam quatro grandes blocos que disputam o rumo a ser seguido sobre esta agenda.

O mais conservador tem sua raiz entre os colonos dos territórios ocupados e é vocalizado pelos partidos da ultradireita, como o Lar Judaico, de Naftali Bennett, além de setores da lista Likud Beiteinu, que se alinham com o ex-chanceler Avigdor Lieberman. Ainda que tenham atenuado sua reivindicação de fixar as fronteiras de Israel do rio Jordão ao Mediterrâneo, são contrários à criação do Estado palestino e desejam a anexação de amplas áreas do que chamam de Judea e Samaria, que o mundo conhece como Cisjordânia.

“Não há solução para esse problema a curto e médio prazo”, afirma Danny Dayan, um judeu argentino que chegou há mais de 40 anos em Israel e é um dos principais líderes dos assentamentos. “O melhor caminho está em manter o status quo, com os palestinos podendo controlar certas cidades e Israel ajudando a melhorar suas condições de vida. Esta terra é nossa, retornamos após dois mil anos, mas podemos aceitar a convivência com outros povos, desde que respeitem nossa soberania."
Mikhail Frunze/Opera Mundi

Yigal Palmor, do Ministério de Relações Exteriores: "medidas que adotamos tem relação com o problema de segurança"
Vozes como a de Dayan defendem a incorporação de 60% da Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, sob ocupação desde a guerra de 1967. O próprio líder do Lar Judaico já deixou claro que considera a cidade um bastião inegociável. Uma lei de 1980, aliás, unificou-a formalmente como capital do Estado, ainda que a comunidade internacional considere essa decisão uma violação de resoluções da ONU.
Dois Estados

Um amplo arco de forças, que vai de setores mais à esquerda do sionismo até os dirigentes árabes-israelenses, forma o bloco francamente favorável aos dois Estados, com Israel recuando para as fronteiras anteriores a 1967 e Jerusalém repartida. Destacados participantes de negociações com os palestinos dão face pública a essa opção.

Alon Liel é uma destas figuras. Foi embaixador de Israel na África do Sul e diretor-geral do Ministério de Relações Exteriores. Sua casa, em uma colina próxima a Jerusalém, está repleta de fotos suas na companhia de Nelson Mandela. “Israel organizou um sistema de apartheid nos territórios ocupados”, acusa. “O modelo são os bantustões sul-africanos, sem quaisquer oportunidades reais de autonomia e subordinados a controle militar. A situação é vergonhosa. Estamos submetendo os palestinos a medidas de discriminação e exclusão que, no passado, vitimaram o povo judeu.”

O ex-diplomata se refere aos termos de existência da Autoridade Palestina, com seis cidades sob sua alçada, mas sem continuidade territorial. Além disso, os protocolos de Paris, firmados em 1994, limitam movimentos financeiros e comerciais, estabelecendo que a região é parte da área econômica israelense. Entre outras determinações, não pode emitir sua própria moeda. Importações e exportações fluem através do país ocupante, obrigado a repassar os impostos devidos, mas que não podem ser aplicados nas transações de mercadorias e serviços entre ambos signatários. Nenhuma redução de taxas, no setor palestino, pode ir além de 2% abaixo da alíquota praticada por Israel em cada categoria.
“Nós praticamos uma política colonial”, afirma Menachem Klein, professor de ciência politica na Universidade Bar Ilan e ex-consultor do governo trabalhista de Ehud Barak (1999-2001). “A ocupação dos territórios palestinos em 1967 mudou a cultura do sionismo e passamos a atuar com as características arrogantes de um país invasor. Esse comportamento afetou também a vida interna israelense. A solução dos dois Estados não é apenas a única solução para uma paz duradoura, mas igualmente para reencontrarmos nossas raízes.”
Processo

O terceiro bloco tem em Netanyahu seu principal intérprete, ainda que encontre dificuldades entre os pares mais virulentos. A palavra-chave em sua atuação é processo. Trocando em miúdos: rumo aos dois Estados, mas sem resoluções abruptas, compreendendo ser longa a caminhada e durante a qual o mais importante é a disposição para negociar.
Mikhail Frunze/Opera Mundi

Michel Warschavski, franco-israelita e defensor da causa palestina: Israel quer "tornar inviável a solução dos dois Estados"

O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Yigal Palmor, rechaça as acusações de apartheid e colonialismo. “As medidas que adotamos têm relação com o problema de segurança, para bloquear os ataques terroristas contra Israel”, declara. “Não são políticas permanentes, mas estamos exercendo nosso direito à autodefesa enquanto as duas partes não chegam a um acordo de paz duradouro e sólido. A situação ainda é de conflito e não podemos abrir mão de salvaguardar nossa integridade.”
O diplomata não quer que pairem dúvidas sobre as intenções do governo, quando questionado se o primeiro-ministro estaria disposto a negociações tendo como referência as fronteiras pré-1967. “Não temos precondições e não as aceitamos”, ressalta. “O que importa é a disposição de sentar na mesa e ouvir o outro lado. Já deixamos claro que os palestinos podem discutir o que quiserem, incluindo a retirada da Cisjordânia e a divisão de Jerusalém. Mas não podem nos impor que as negociações recomecem apenas quando cedermos às suas reivindicações.”

O franco-israelita Michel Warschavski, conhecido como Mikado, lidera o Centro de Informação Alternativa, em Jerusalém, e considera a posição do governo uma “farsa”. Filho de rabino e nascido na França, é um conhecido ativista a favor da causa palestina. “Tudo o que eles querem é ganhar tempo para tornar inviável a solução dos dois Estados”, afirma.
“Ariel Sharon, o último grande estrategista de Israel, deixou claro que era cedo para definir as fronteiras definitivas do país, que se poderia esperar mais 50 ou 100 anos. Pequenas concessões e gestos seriam oportunos para evitar pressão e isolamento, dando condições para ampliar a presença judaica por toda a Cisjordânia, através dos assentamentos. A construção do muro é a expressão física dessa estratégia.”

Palmor rebate a suspeita. “Israel se retirou da Faixa de Gaza em 2005, obrigando a evacuação dos colonos”, declara. “Faremos o mesmo em outras áreas quando chegarmos a um acordo mutuamente aceitável. Tampouco o muro é definitivo, mas irá existir enquanto nossos cidadãos estiverem ameaçados pelo terror.”

O palestino Jamal Juma, da organização não-governamental “Pare o muro!”, reage com ironia a essa justificativa. “Se o motivo era segurança, por que o muro não foi construído exatamente sobre as fronteiras de 1967?”, pergunta. “O fato de entrar nos territórios ocupados e proteger os blocos de assentamentos revela as reais intenções de Israel.”
Estado binacional

Um quarto bloco, no entanto, é formado por quem acredita que a solução dos dois Estados está morta, por conta do processo de colonização ter fatiado o território do que seria o futuro Estado palestino. “Qual força política ou militar irá retirar as centenas de milhares que foram ajudados pelo governo a montar colônias nos territórios ocupados?”, indaga o jornalista Gideon Levy, colunista do Haaretz, o mais importante jornal de oposição. “O apartheid contra os palestinos somente será desmontado em um Estado binacional, com direitos civis e eleitorais para todos. Um homem, ou uma mulher, um voto.”
Mikhail Frunze/Opera Mundi

Gideon Levy, colunista do Haaretz: "apartheid contra palestinos somente será desmontado em um Estado binacional"

Antes vista como possibilidade menos que remota, a ideia começa a ganhar adesões. O deputado Ibrahim Sarsur, da Lista Árabe Unida, de fé muçulmana, está entre seus defensores. “Se tivermos um Estado laico, do rio Jordão ao Mediterrâneo, haverá paz”, afirma. “O caráter confessional de Israel é a origem do racismo, da prepotência e do colonialismo.”

O presidente Shimon Peres recentemente revelou ser esse seu maior pesadelo, ao destacar que a inexistência de um acordo para a criação do Estado palestino poderia levar a uma saída como a que propõem Levy e Sarsur. Peres tirou as devidas conclusões demográficas, em uma região já dividida praticamente ao meio entre as duas etnias. “Seria o maior risco para a sobrevivência do Estado judeu em toda sua história”, afirmou.


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Dupla é flagrada no aeroporto de Brasília com dinheiro nas cuecas


Terra Brasil

Dois homens foram detidos ao tentar embarcar em um voo de Brasília para o Rio de Janeiro com R$ 465 mil em espécie escondidos em meias, cuecas e outras peças de roupa. A prisão ocorreu na quinta-feira pela Polícia Federal. Um dos homens, que se identificou como Michel, disse que portava R$ 229 mil. O economista e empresário Eduardo Lemos, dono da Fides Advisor Consultoria Financeira, se apresentou como dono do dinheiro. As informações foram publicadas no jornal O Globo
Segundo Lemos, o dinheiro seria enviado ao Rio para ser usado na compra de um apartamento para a mãe e no pagamento de dívida de R$ 50 mil. Em 2005, um funcionário do deputado José Guimarães, atual líder do PT na Câmara, foi preso com dólares na cueca no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ele chegou a ser processado por improbidade administrativa, mas foi inocentado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2012. "Não tenho contrato com o serviço público, não tenho ligação com político", disse Lemos. 


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Lula recebe 8 títulos de doutor honoris causa na Argentina

Terra Brasil

O petista dedicou a homenagem ao ex-presidente argentino Néstor Kirchner

O vice-presidente argentino, Amado Boudou, homenageou Lula com a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula / Divulgação
O vice-presidente argentino, Amado Boudou, homenageou Lula com a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento
Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula / Divulgação















Em seu discurso, Lula lembrou que o primeiro diploma que desejou foi o de torneiro mecânico, do qual sua mãe tinha muito orgulho. "A emoção ao receber este primeiro diploma foi a mesma ao receber meu segundo diploma, o de Presidente da República", disse. Para Lula, os oito títulos recebidos hoje reviveram aquela emoção. "Esses títulos não são um reconhecimento (apenas) ao Lula, mas a uma década de transformações democráticas que viveu o Brasil, a Argentina e toda América Latina", afirmou. Ele lembrou também o papel crucial do "companheiro Néstor Kirchner" neste processo e dedicou a homenagem ao ex-presidente argentino. "Néstor, esses títulos também são para você.
"O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira oito títulos de doutor honoris causa na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais homenagearam o ex-presidente em uma cerimônia que aconteceu no Senado argentino.
O ex-presidente Lula falou também da importância da integração latino-americana, um dos focos de trabalho do Instituto que fundou. "Temos que trabalhar juntos, destruindo as barreiras que nos separam e construindo pontes que nos unam", afirmou. Ele incentivou maior cooperação entre as universidades brasileiras e argentinas e homenageou os professores e alunos das universidades argentinas que lutaram contra a ditadura militar. Lula falou do papel crucial das relações entre Brasil e Argentina para a integração e brincou dizendo que a Argentina só não pode fazer na Copa do Mundo o que o Boca Juniors fez com o Corinthians na última quarta-feira - o clube argentino eliminou o brasileiro da Copa Libertadores da América - , ou haverá um "grande problema para a integração".

Lula terminou seu discurso falando da crise internacional. "Os que hoje estão em crise, sabiam resolver todos os problemas do meu país", declarou. Ele citou a falta de peso das decisões dos organismos multilaterais e afirmou que "um dos grandes problemas que vivemos hoje é a falta de decisão política, porque faltam líderes políticos". O ex-presidente terminou apontando uma saída para a crise: "Deem menos dinheiro para salvar os bancos e mais para salvar vidas humanas."

O senador Daniel Filmus, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Culto do Senado argentino, fez o discurso inicial em que declarou que os títulos estavam sendo entregues a "um homem que lutou contra a adversidade". Ele também lembrou que é a primeira vez que a Argentina tem 30 anos ininterruptos de democracia. Filmus reconheceu que os argentinos sempre foram ensinados a ter medo do Brasil e que Lula teve um importante papel em desfazer essa imagem. "Hoje, tirando no futebol, não temos grandes disputas", brincou.

O senador terminou seu discurso falando da importância das lutas pontuais e constantes dos homens e afirmou que Lula é "um homem imprescindível ao Brasil, para os mais humildes, para os que lutam pela paz no mundo, para Argentina e para toda a América Latina".

Os oito reitores entregaram os certificados dos títulos a Lula e o vice-presidente argentino, Amado Boudou, homenageou Lula com a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento. Boudou destacou a importância do desenvolvimento de um corpo de pensamento próprio da América Latina e lembrou a histórica decisão de Lula e Néstor Kirchner de dizer não à Alca e optar por uma integração regional.

Reunião com reitores
Antes da cerimônia, Lula se reuniu com os reitores das universidades que propuseram os títulos. O ex-presidente abriu a reunião falando da honra de receber a homenagem, mas também da responsabilidade dos títulos. Cada um dos dirigentes universitários falou de suas realidades locais e dos motivos para a escolha do ex-presidente brasileiro.
Carlos Ruta, reitor da Universidade de San Martín, disse que Lula é um "símbolo para nossos jovens, que precisam de exemplos de dignidade". O vice-presidente Amado Boudou falou da importância do ato para a "Luta contra o colonialismo intelectual, que talvez seja o mais profundo colonialismo". Lula citou duas ações da educação brasileira: o Prouni e a aprovação da política de cotas, que permitiram um acesso muito mais democrático à educação.


Em jantar, presidente argentina presenteou Lula com uma caricatura em que ele aparece abraçado a seu marido, Néstor Kirchner, morto em 2010

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Ruby: mulheres se vestiam de Obama e Ronaldinho em festas de Berlusconi

Terra Brasil

Convidadas das festas dadas pelo magnata se vestiam como freiras, enfermeiras, Obama e Ronaldinho Gaúcho

Karima El Mahroug, mais conhecida pelo seu nome artístico Ruby, falou como testemunha em um julgamento Foto: Reuters
Karima El Mahroug, mais conhecida pelo seu nome artístico Ruby, falou como testemunha em um julgamento
Foto: Reuters

Karima El Mahroug, mais conhecida pelo seu nome artístico "Ruby, a Ladra de Corações", falou como testemunha em um julgamento em que o caça-talentos Lele Mora, o âncora de televisão Emilio Fede e a ex-showgirl e conselheira regional Nicole Minetti são acusados ​​de induzir e auxiliar a prostituição.
A dançarina de boate no centro do "bunga bunga", julgamento sobre as atividade sexuais do ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, disse a um tribunal na sexta-feira que as convidadas das festas dadas pelo magnata da mídia se vestiam como freiras, enfermeiras e como o presidente dos EUA, Barack Obama, e o jogador brasileiro Ronaldinho Gaúcho.
Berlusconi está sendo julgado separadamente sob acusação de pagar por sexo com El Mahroug quando ela era menor de idade e por abusar de seu poder como premiê para libertá-la da prisão por roubo.
A aparição dela como testemunha é, no entanto, um constrangimento para o bilionário de 76 anos, e serve como um lembrete das ameaças legais enfrentadas pelo líder da centro-direita e parceiro-chave da coalizão de governo.
Um veredicto do julgamento é esperado para junho, e uma condenação por fraude fiscal está se movendo para uma apelação final. Berlusconi diz que nunca pagou por sexo, nega qualquer irregularidade e diz que os juízes são politicamente motivados contra ele.
El Mahroug não compareceu como testemunha no julgamento de Berlusconi em dezembro porque ela estava de férias no México. Em seu depoimento nesta sexta-feira, ela desafiou a afirmação de Berlusconi de que os eventos em sua propriedade eram jantares elegantes.
A modelo Marysthelle Polanco, uma das 14 mulheres que tornaram-se famosas depois da descoberta de que viviam num endereço de Milão às custas de Berlusconi, se vestia como Obama ou como o jogador de futebol brasileiro Ronaldinho Gaúcho, disse El Mahroug.
Em uma ocasião Minetti, ex-higienista dental do Berlusconi que foi catapultada para uma carreira no mundo do espetáculo e da política, "se vestiu como uma freira... e, enquanto dançava, tirava a roupa e ficou só com a roupa íntima", disse ela ao tribunal.


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Impacto de meteorito gera flash de luz na lua

Terra Brasil


Um telescópio que monitora a lua capturou imagens de uma rocha de 40 quilos chocando-se contra a superfície lunar e criando um flash de luz, disseram cientistas da Nasa nesta sexta-feira.
A explosão, que ocorreu em 17 de março, foi a maior registrada desde que a Nasa começou a controlar os impactos de meteoritos na lua, há oito anos. Até agora, houve mais de 300 choques.
"Ele explodiu em um clarão quase 10 vezes mais brilhante do que qualquer coisa que tenhamos visto antes", disse em comunicado Bill Cooke, do escritório de estudos de meteoritos da Nasa no Centro Espacial Marshall de Huntsville, no Alabama.
Um satélite da Nasa a orbitar a lua busca agora a cratera recém-formada que os cientistas acreditam que teria um tamanho de até 20 metros.
O clarão era tão brilhante que qualquer pessoa que estivesse olhando para a lua no momento do impacto poderia tê-lo visto sem telescópio, afirmou a Nasa.
Depois de analisar as gravações digitais, os cientistas determinaram que a rocha espacial tinha 30 centímetros de diâmetro e viajava a cerca de 90.123 quilômetros por hora quando bateu na lua.
(Por Irene Klotz)


Assista ao vídeo (em inglês) sobre a explosão na Lua:



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Asteroide de 2,7 km passa perto da Terra neste mês

Terra Brasil


Um asteroide com 2,7 quilômetros de comprimento vai passar próximo à Terra no dia 31 de maio, anunciaram nesta sexta-feira investigadores ao site Space.com. O corpo celeste, denominado 1998 QE2, não representa uma ameaça para o planeta e deve passar a uma distância de 5,8 milhões de quilômetros da Terra.
A aproximação do asteroide à Terra será examinada por dois grandes telescópios - o observatório Goldstone, na Califórnia, e o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em agosto de 1998 por astrônomos do projeto Lincoln Near-Earth Asteroid Research (Linear), do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
O nome do asteroide vem da organização Centro de Planetas Menores, em Cambridge, que o nomeia de acordo com um sistema alfanumérico que demonstra a data em que o corpo celeste foi descoberto.


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Aposentadoria faz mal à saúde, diz estudo

Ciencia e Saúde: Diario de Pernambuco

Segundo pesquisa, pessoas ficam mais suscetíveis a problemas de saúde quando se aposentam. Foto: BBC
Segundo pesquisa, pessoas ficam mais suscetíveis a problemas de saúde quando se aposentam. Foto: BBC
A aposentadoria pode gerar prejuízos para a saúde física e mental, revelou uma nova pesquisa.

O estudo, publicado pelo centro de estudos Institute of Economics Affairs (IEA) com sede em Londres, descobriu que a aposentadoria leva a um "drástico declínio da saúde" no médio e longo prazos.

Segundo a IEA, a pesquisa sugere que as pessoas devem trabalhar por mais tempo por razões de saúde e também financeiras.

O estudo, realizado em parceria com a entidade beneficente Age Endeavour Fellowship, comparou aposentados com pessoas que continuaram a trabalhar mesmo após terem alcançado a idade mínima para a aposentadoria e também levou em conta possíveis fatores

Philip Booth, diretor da IEA, disse que os governos deveriam desregular os mercados e permitir que as pessoas trabalhassem por mais tempo.

"Trabalhar mais não será apenas uma necessidade econômica, mas também ajudará as pessoas a viverem vidas mais saudáveis", disse ele.

Edward Datnow, president da Age Endeavour Fellowship, acrescentou: "Não deveria haver uma idade 'normal' para a aposentadoria no futuro".

Na Grã-Bretanha, o governo já planeja elevar a idade mínima para a aposentadoria.

"Mais empresários precisam pensar sobre como podem capitalizar em cima da população mais velha e aqueles que querem se aposentador devem refletir duas vezes sobre essa questão".

O estudo, focado na relação entre atividade econômica, saúde e política pública de saúde na Grã-Bretanha, sugere que há uma pequena melhora na saúde imediatamente depois da aposentadoria, mas constata um declínio significativo no organismo desses indivíduos no longo prazo.

Segundo a pesquisa, a aposentadoria pode elevar em 40% as chances de desenvolver depressão, enquanto aumenta em 60% a possibilidade do aparecimento de um problema físico.

O efeito é o mesmo em homens e mulheres. Já as chances de ficar doente parecem aumentar com a duração da aposentadoria.

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Primer avión militar diseñado por Unasur estará listo en el 2016

RPP NOTICIAS

Primer avión militar diseñado por Unasur estará listo en el 2016
Fuente: RPP | Créditos: Foto referencial
Se trata de una aeronave de entrenamiento básico. No es de combate.
El prototipo del primer avión militar de entrenamiento básico y primario, diseñado en conjunto por los países de la Unasur, estará listo en el 2016, y a partir de entonces podrá ser adquirido por las naciones que formulen sus requerimientos en el ámbito regional.
La aeronave, denominada Unasur I, es diseñada por un grupo de trabajo especial del bloque regional, que también tendrá a su cargo el desarrollo y la producción de este avión de instrucción, cuyo proyecto cuenta con la participación activa de todas las naciones de Suramérica.
“Aún es un proceso preliminar de diseño y en él todos los países de la región participan de una u otra manera, ya sea como observadores, en la producción misma del avión o en la confección de sus piezas”, detalló el viceministro de Políticas para la Defensa, Mario Sánchez Debernardi.
La iniciativa para fabricar esta aeronave modelo fue presentada por Argentina, país que a la vez tiene a su cargo la coordinación del proyecto, cuyas pruebas iniciales se desarrollarán dentro de tres años y, a partir del 2017, los países interesados podrán adquirir este avión, estimó.
“Se trata de una aeronave de entrenamiento básico. No es de combate, sino para entrenar a los pilotos (de los países suramericanos) que inician su capacitación como aviadores, y las naciones que lo requieran podrán tenerlo como parte de sus aviones”, expresó el funcionario peruano.
Este avión apunta a ser una plataforma multirrol o un entrenador primario-básico que pueda emplearse desde la instrucción del pilotaje elemental hasta la operación de navegación y tiro, con el fin de aumentar la efectividad y disminuir los costos de los sistemas de entrenamiento.
Si bien se trata de una iniciativa argentina, tanto el diseño como la fabricación de este primer avión serán participativos entre todos los países del bloque regional, porque el producto estará disponible para todos ellos, dijo, por su parte, el viceministro de Defensa de Argentina, Alfredo Waldo Forti.
En un principio la aeronave atenderá las necesidades de las fuerzas armadas de los Estados miembros de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) y, posteriormente, podrá comercializarse a terceros interesados de otras regiones del orbe.
“Se ha avanzado en el tema, se ha fijado un esquema de trabajo y los ministros lo han aprobado. Todos los países que tienen capacidades propias las están ofreciendo para fabricar diferentes partes de este modelo. Es un avión de uso futuro”, refirió Waldo Forti a la Agencia Andina.
Indicó que si bien aún no se ha estimado cuál será el costo de la nave aérea, refirió que para ello primero se deben determinar los requerimientos operativos de cada uno de los países que la usarán y con qué componente y tecnología contribuirán para su fabricación.
En abril pasado, durante la Feria Internacional de Defensa y Seguridad realizada en Río de Janeiro, Brasil, las fuerzas armadas suramericanas firmaron el estatuto de creación del comité consultivo que gestionará y supervisará el montaje del referido avión.
Si bien aún no se han definido sus características exactas, se estima que la aeronave tendrá una envergadura de 9.3 metros, una superficie alar de 12.8 metros y será propulsada en la versión primaria con un motor de pistón, y en la básica con turbohélice.
La autonomía de vuelo será de nueve horas en la versión primaria y de cinco en la básica
.


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15/05/2013

Ministro explica à prefeitos estudo para atrair médicos estrangeiros para o Brasil

Ministro explica à prefeitos estudo para atrair médicos estrangeiros para o Brasil; entenda | PARAÍBA.com.br


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta terça-feira (14), em Brasília, da primeira reunião da nova diretoria da Frente Nacional de Prefeitos. Na ocasião, o ministro, que foi convidado para o encontro, esclareceu os principais pontos do estudo que vem sendo feito pelo Governo Federal para atrair médicos de outros países para trabalharem no Brasil.
De acordo com o ministro, a ideia é analisar medidas bem sucedidas para atrair médicos que foram adotadas em outros países, como Austrália e Canadá, e que foram suficientes para suprir a demanda por médicos, assegurando a qualidade no atendimento. Segundo ele, atualmente são analisadas duas alternativas. Uma delas, já adotada no Canadá, foi a validação do diploma do médico estrangeiro a partir de uma prova.
O profissional aprovado nesse teste, tem seu diploma validado e pode atuar em qualquer região do país. A segunda alternativa é se criar um programa específico no qual o profissional estrangeiro recebe uma autorização temporária para atuar somente numa área determinada, carente de médicos. O ministro da Saúde explica que esses médicos iriam trabalhar apenas na Atenção Básica.

"Nós estamos estudando o que esses países fazem para atrair médicos, dando autorização especial restrita à área de carência de médicos, ou seja, ele tem visto de trabalho e registro profissional restrito para atuar naquela área, naquela região, e só na Atenção Básica de Saúde, ou seja, não são médicos que poderiam fazer cirurgias, que atendam pacientes em UTI.", disse Alexandre Padilha.
De acordo com o ministro, o governo avalia a possibilidade de trazer profissionais de países como Portugal e Espanha, que contam com quatro médicos para cada mil habitantes. O ministro também destacou durante a reunião outras medidas que o Ministério da Saúde já adotou para suprir a necessidade de médicos nas regiões mais carentes do país, como o Provab, Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica.
O programa é responsável por estimular a formação do médico para a real necessidade da população brasileira principalmente nas áreas mais carentes do País. O Provab, somente neste ano, já enviou quatro mil médicos para atuarem nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras.
Agência Rádio 


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Empresário publica foto de Gisele Bündchen nua

DN
por Fernanda Mira

A modelo no ínicio da sua carreira.
A modelo no ínicio da sua carreira.

O empresário Marcelo Sebá, sócio da agência brasileira 'Blush Branding' decidiu colocar na rede social uma fotografia antiga da super modelo sem roupa. Na imagem, Gisele tem ainda uma aparência bastante jovem e os cabelos mais escuros.

Na legenda da foto disponibilizada no Instagram, o empresário escreveu apenas "Gisele".
Atualmente, a modelo de 32 anos, é casada com o jogador de futebol americano, Tom Brady e já é mãe de dois filhos, Benjamin e Vivian.


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Americano morre atropelado ao tentar fazer EUA-Brasil sempre a chutar numa bola

Sociedade | Diário Digital
Americano morre atropelado ao tentar fazer EUA-Brasil sempre a chutar numa bola

O americano Richard Swanson, de 42 anos, tentava chegar ao Brasil a tempo do 
Mundial de 2014 de forma inusitada: a caminhar e a chutar uma bola desde os EUA.
Mas o sonho foi interrompido 
na terça-feira. Swanson foi atropelado enquanto
viajava por uma estrada no Estado de Oregon 
e morreu imediatamente.

O anúncio foi feito na página oficial da viagem do americano no Facebook.
«É com grande tristeza e pesar que avisamos que Richard Swanson faleceu
esta manhã (terça-feira). A sua equipe, família, 
amigos e quem o amava
sentirão a sua falta e o amarão com carinho. Completaste o teu caminho 
para o
Brasil nos nossos corações», foi a emocionada mensagem divulgada na rede social.
O objectivo de Swanson, além de assistir ao Mundial no Brasil, era divulgar o
projecto «One World Futebol», no qual bolas são doadas para pessoas que
vivem em países em desenvolvimento. 
Swanson foi atropelado apenas duas
semanas após iniciar o seu projecto, na cidade de Seattle, 
a 1 de Maio -
ele faria 43 anos no próximo dia 19. A bola que pretendia levar a chutar
até ao Brasil f
oi encontrada próxima ao seu corpo, inteira, segundo a polícia local
de Lincoln, cidade na qual o 
acidente ocorreu.
Outra bonita mensagem foi escrita pelo filho de Swanson, Devin, na página do
projecto no Facebook. «Nós amamos-te, pai. Do fundo dos nossos corações.
És uma inspiração para que todos nós 
continuemos a fazer o que amamos.
Um dia eu continuarei a jornada em teu nome», escreveu o jovem. 

O plano de Swanson teria final em São Paulo, às vésperas do Mundial. Ele
planeava passar por 11 
países durante o trajecto: México, Guatemala,
Nicarágua, Costa Rica, El Salvador, Panamá, Colômbia, 
Equador, Peru, Bolívia
e, claro, o Brasil.
Ele não divulgou o caminho exacto que faria dentro do Brasil - porém, caso
optasse por uma linha recta, passaria por cidades do Mato Grosso do Sul, 
entrando pela Bolívia, e depois por boa parte do interior do Estado de São Paulo,
antes da capital. 
Além da bola, ele levava poucas coisas para o Brasil. Munido apenas de uma
mochila, nela levava algumas t-shirts, um saco-cama, uma tenda, panelas,
cafeteira e produtos de higiene.


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14/05/2013

Barack Obama possède-t-il des gardes du corps extraterrestres ?

Barack Obama possède-t-il des gardes du corps extraterrestres ?


Une vidéo, qui veut prouver que la Maison Blanche utilise des Extraterrestres pour assurer la protection du président des Etats-Unis, fait en ce moment un énorme buzz sur internet. On y voit un garde du corps crane rasé à l'attitude assez bizarre et à la tête assez inquiétante.

gentside.com
Publié par Valentin Vié




Barack Obama possède t'il un garde du corps extraterrestre ?
Copyright © Gentside

 par Gentside
Une vidéo publiée sur YouTube fait grand bruit au Etats-Unis et sur la Toile, alimentant dans un même temps les thèses conspirationnistes. Reprises et analysées par Wired, les images montrent que la Maison Blanche aurait engagé un garde du corps extraterrestre pour assurer la protection du président des Etats Unis, Barack Obama. 

Un garde du corps d'Obama qui se transformerait en reptile  Cet alien des services secrets aurait un aspect reptilien et aurait été recruté aux alentour du 4 mars dernier pour assurer la surveillance au moment du discours du président au Comité concernant les affaires publiques américano-israéliennes. Dans la vidéo, on y voit un homme avec le crane rasée qui regarde sans arrêts de tous les côtés. Le narrateur du clip explique avec une voix lancinante et angoissante : "Même si, à première vue, le fantôme ressemble à un agent type des services secrets, une série de caractéristiques bizarres sur la tête, le visage, plus un comportement étrange et des mouvements terrifiants suggèrent autre chose. (...) l'agent serait en train de se métamorphoser en une sorte de reptile". Il est vrai que lorsque les journalistes zooment sur la tête de l'agent de sécurité, son crane révèlent des détails assez inquiétants. Il est légèrement plus allongée que chez l'être humain lambda. 


La forme de la bouche et les lobes des yeux sont également différentes. Même au scanner thermique, le garde du corps apparaît avoir le corps froid, avec très peu de points de chaleur au niveau de son cerveau. "Je vous renvoie aux services secrets ou à la zone 51 pour plus de détails"  Allant jusqu'au bout, les reporters de Wired ont interrogé les principaux concernés par l'affaire, c'est à dire la Maison Blanche. Selon l'entourage du président Obama, l'existence de ces gardes du corps extraterrestres comme protection rapprochée de l'homme le plus puissant de la planète ne peut pas être confirmée. Caitlin Hayden, porte-parole en chef pour le Conseil national de sécurité, a répondu aux allégations : "Je ne peux pas confirmer les allégations formulées dans cette vidéo, mais un tel programme pour protéger le président avec des extraterrestres ou des robots serait de toute façon victime du séquestre et de ses coupes budgétaires (...) Je vous renvoie aux services secrets ou à la zone 51 pour plus de détails."






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